Páginas

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

ENCONTROS




Há quem diga que viver é atravessar desertos; andar, andar e andar em direção ao melhor de nós mesmos.
E nesta travessia sem fim, é importante estar atento para com as pessoas com as quais a jornada compartilhamos.
“Ninguém muda ninguém; ninguém muda sozinho; nós mudamos nos encontros.”
“Simples, mas profundo, preciso. É nos relacionamentos que nos transformamos.”
“Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela ideia e sentimento do outro.” (Roberto Crema)
Quem são aqueles com quem você partilha a jornada?
Mais importante do que o caminho é o destino almejado...
Acerca do tempo, tudo ignoramos; apesar de sermos feitos de tempo, ou, pelo menos, da sensação do tempo.
O deserto possui um outro tempo, outro ritmo. Ao contemplar suas dunas, compreendemos que temos a eternidade detrás, dentro e diante de nós.
A cada nova manhã, diante da luz que a pele acaricia, temos duas opções: Acolher a Luz, ou negá-la.
Acolher a Luz significa reconhecer a fragilidade e a brevidade da existência terrena, manifestando gratidão por mais um dia e todas as oportunidades de crescimento que ele nos oferece.
Negar a Luz é negar o vínculo misterioso e vital que nos une ao Sopro, à Fonte. Negar a Luz é negar o vínculo essencial que nos une aos demais seres.
Livre arbítrio é escolher entre a Iluminação e a escuridão. Entre a cegueira e a visão.
A humanidade não é uma massa anônima e informe, mas o encontro entre seus indivíduos, a única coisa concreta que existe.
Somos indivíduos responsáveis pelos outros, mas a gente muitas vezes esquece os caminhos que levam a isso.
‘Compaixão’ é um termo um tanto difuso, vago, e de difícil assimilação. Desta forma, é sempre bom ter em mente que a ‘caridade’ é a materialização da compaixão.
Partilhar bens e dons, materiais e espirituais, com os quais fomos agraciados pelo destino. Ter olhos, ouvidos e coração para um irmão em necessidade.
Para além da nossa família biológica, à família humana pertencemos.
Algumas tradições espirituais ensinam que “fora da caridade não há salvação”, – para uma alma, para a nossa combalida humanidade. Enquanto outras se referem à caridade como “um príncipe entre todos os atos belos”.
A correnteza da vida terrena corre continuamente. Possa a nossa existência desaguar nos mares mais belos.
Ninguém é isento de responsabilidade; o tempo todo estamos escolhendo um lado... Que possa ser o lado onde brilha a Luz, e onde a compaixão e a caridade em abundância florescem.

9 comentários:

Carla Fernanda disse...

Um texto claro e sábio amiga!!

Beijos

ONG ALERTA disse...

Exjcelente texto a caridade é gente cuidando de gente....
Beijo Lisette

Claudete disse...

Estimada Maria José, excelente a postagem , pena não sabermos a autoria, mas com certeza deve ter sido elaborada por uma pessoa iluminada, em síntese a caridade é filha do Amor e este Amor é o próprio Deus, se cremos estamos em todos os instantes da nossa vida procurando reconhecer os "sinais" que nos impulsionam a buscar de forma concreta a verdadeira caridade. Abraços.

Claudete disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Claudete disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rita disse...

Querida td bem com vc?

Com certeza somos livres e podemos escolher sempre o melhor, mas pena que muitos não usam esse livre arbítrio e faça o bem
Gostei um texto bonito e intenso

Bjusss com carinho de sempre

•✿.•°°•°°•.•✿⊰Rita!!!!

Rô... disse...

oi minha amiga,

a escolha do caminho,e como caminhamos por ele,determina como vamos chegar ao destino,
acredito muito nisso...

beijinhos

Bell disse...

oi Ma

É no deserto de nossa vida que a gente mais aprende. E é lá que Deus fala conosco.
Fato é que não mudamos ninguém, mas podemos mudar muita coisa através de nossas atitudes.
Se quisermos ver mudança em algo a mudança primeiro tem que começar em nós.

bjokas =)

Mary disse...

Oi Maria José, boa reflexão!


Bjos amiga!