Páginas

terça-feira, 5 de junho de 2012

FELICIDADE: SEIS IDEIAS PARA UMA VIDA MAIS FELIZ (4/6)




4 - “Amadurecer é perder os medos” 
Um dos principais expoentes da terapia Gestalt, o psiquiatra chileno Claudio Naranjo acredita que a maior parte dos conflitos emocionais vem de questões mal resolvidas que temos com nós mesmos. Para ele, a felicidade e a satisfação pessoal estão relacionadas com a inteligência emocional, conceito que a gestalt identifica como o equilíbrio entre as duas partes da personalidade que habitam cada um: a mais forte, que nos estimula a superar nossos limites; e a mais fraca, que nos faz questionar se somos mesmo capazes disso. “Amadurecer é aceitar o bom e o ruim da existência com a confiança de que, no fundo, está tudo bem. Tentar evitar o sofrimento só faz perder a consciência da vida. Quando aceitamos o que mais tememos, que é a morte, nos tornamos preparados para viver de forma mais plena e mais feliz”, diz.

5 comentários:

Dilmar Gomes disse...

Amiga Maria, acho que essa é a questão fundamental da vida: aceitar a morte. Partindo dessa premissa, tudo fica menos complicado.
Um abraço. Tenhas uma boa noite.

Liz - Como as Cerejas da Minha Janela... disse...

A Felicidade em gotas: adorei as receitas.

E Felicidade mesmo é sempre um estado de espírito, não é mesmo, Maria? nessa vida tão efêmera, o importante é estar sempre grato e sentir que a felicidade está no espírito...

Um beijo grande, querida amiga!!!

Bloguinho da Zizi disse...

Maria José
Acho que passamos por esta vida sem amadurecer totalmente.
Por isso acredito que as várias encarnações sejam necessárias. Em cada uma um crescimento.
Beijinhos

Rô... disse...

oi minha querida amiga,

penso que eu preciso de doses homeopáticas de amadurecimento,
todos os dias amadureço um pouquinho...

beijinhos

O Profeta disse...

Um sótão cheio de lembranças
Escrevi no pó palavras sem nexo
Retirei uma cartola de uma caixa de cartão
E senti ao toque o poder da ilusão

Ilusões…
Um cavalo de pau perdido ao carrocel
Uma estola de um bicho qualquer
Uma escultura talhada a cisel

Uma foto a preto e branco
De uma mulher sem rosto
Uma janela virada para nenhum lado
Uma traquitana a imitar o sol-posto

Terno abraço