Amo os campos verdejantes mesclados com as cores das mil e uma flores que a natureza semeou!
Amo o capim molhado que a noite enserenou.
Amo o rio de águas cantantes, amo a cascata murmurante véu de espuma que de cima despencou.
Amo o mistério das matas com os matizes do verde que Deus lhe ofertou.
Amo o ruído do vento que, balança os verdes ramos, num aceno de despedida a algo que além ficou.
Amo a chuva que despenca pra banhar a natureza, retirar as impurezas que a poluição deixou.
Amo o brilho do sol, amo as estrelas e a lua, amo o azul do céu, amo o verde do mar.
Amo as claras manhãs, amo as tardes ensolaradas.
Amo os ruídos da noite e o silêncio das madrugadas.
Amo o mundo, amo a vida porque viver é sonhar.
Amo tudo que da vida recebi.
Amo até mesmo a saudade, que traz de volta à memória um tempo que já vivi.
Amo o capim molhado que a noite enserenou.
Amo o rio de águas cantantes, amo a cascata murmurante véu de espuma que de cima despencou.
Amo o mistério das matas com os matizes do verde que Deus lhe ofertou.
Amo o ruído do vento que, balança os verdes ramos, num aceno de despedida a algo que além ficou.
Amo a chuva que despenca pra banhar a natureza, retirar as impurezas que a poluição deixou.
Amo o brilho do sol, amo as estrelas e a lua, amo o azul do céu, amo o verde do mar.
Amo as claras manhãs, amo as tardes ensolaradas.
Amo os ruídos da noite e o silêncio das madrugadas.
Amo o mundo, amo a vida porque viver é sonhar.
Amo tudo que da vida recebi.
Amo até mesmo a saudade, que traz de volta à memória um tempo que já vivi.
E amo você, Roy Lacerda.
Texto enviado por Roy Lacerda do blog MomentoBrasil e foi aqui postado por ser pertinente à proposta do Arca.
