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sábado, 6 de abril de 2013

A POESIA SUAVE DE JESUS




O evangelho de Jesus é um poema à simplicidade. Não requer explicações metafísicas nem elasticidade filosófica para entendê-lo.
Olhai as aves do céu; não semeiam nem ceifam, mas nosso pai celestial as alimenta.
 É a lição do desprendimento  =
Aquele que põe a mão no arado e olha para trás não está apto ao reino de Deus.
 É a lição da perseverança  =
Aquele que estiver sem pecado que atire a primeira pedra.
 É a lição da auto-análise  =
Quando fordes convidados para um banquete senta no último lugar.
 É a lição da humildade  =
Aquele que quer ser o maior que seja o que mais serve.
 É a lição da caridade  =
Vinde a mim todos vós que estás aflitos e sobrecarregados e eu vos aliviarei.
 É a lição do acolhimento  =
Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração.
 É a lição da delicadeza  
Reconcilia-te com o teu inimigo enquanto estás a caminho com ele.
 É a lição da paz  =
Saiu o semeador a semear sua semente.
=  É a lição do trabalho  =
Para entrar no reino do céu é necessário nascer de novo.
 É a lição da volta  =
O filho do homem veio para servir e não para ser servido.
 É a lição da nobreza  =
Seja o vosso falar sim,sim e não, não.
 É a lição da firmeza  =
Tratai a todos como gostarias de ser tratado.
 É a lição da justiça  =
Vai e não peques mais!
 É a lição da resistência  =
Lázaro, levanta-te e anda!
 É a lição da fé  =
Procure Jesus nas coisas simples; na lágrima, no afago, na alegria pura, no trabalho honesto, no gesto fraterno, no poema à vida, enfim, em tudo que eleva e ilumina. Por isso é tão dificil para a ciência e para a filosofia encontrá-lo.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

VOCABULÁRIO ESPÍRITA


Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.
Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.
Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.
Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.
Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.
Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.
Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.
Doutrinação: É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.
Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.
Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.
Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente, estando apressado, não reclama.
Filhos: É quando Deus entrega uma joia em nossas mãos e recomenda cuidá-la.
Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.
Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.
Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.
Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.
Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.
Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.
Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.
Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.
Morte: Quer dizer viagem, transferência ou qualquer coisa com cheiro de eternidade.
Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.
Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.
Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.
Ódio: É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.
Perdão: É uma alegria que a gente dá e que pensava que jamais a teria.
Obsessor: É quando o Espírito adoece, manda embora a compaixão e convida a vingança para morar com ele.
Paz: É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.
Pessimismo: É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.
Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.
Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.
Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.
Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar; e estando perto, querer parar o tempo.
Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.
Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.
Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.
Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.
Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.
Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra; geralmente pior.
Pequeno dicionário para se entender mais profundamente o significado de algumas palavras muito importantes na vida de qualquer pessoa, explicado com o sentimento, sem a formalidade das regras gramaticais ou amarras filosóficas. Extraído do Livro “O homem que veio da sombra”.

domingo, 27 de maio de 2012

OS SUICIDAS




Há muitos anos, compadecido de um jovem que se jogara de um edifício devido a alguém que o deixara, iniciei um trabalho de preces pelos suicidas.
Para toda reunião mediúnica que eu dirigisse a partir daquele dia, o primeiro minuto seria para eles. A principio fiquei pensando o que dizer para alguém que, magoado, busca na morte a solução do seu problema e acorda enlouquecido de dor e de espanto com sua Indestrutibilidade.
Quais palavras seriam capazes de gerar esperança, amenizar a dor, minimizar a decepção, evitar a loucura total e o embrutecimento?
Intimamente perguntei ao meu guia espiritual sobre este minuto que se repetiria milhares de vezes na minha vida, posto que dirijo reuniões mediúnicas já fazem mais de quarenta anos.
Então ele fez soar em minha mente as palavras do salmo que, de tanto repetir, trago gravado na memória: o Senhor é meu Pastor. Nada me faltará. ...
Certa feita, no Natal, estava eu na reunião e preparava-me para a prece final quando uma jovem, utilizando-se da palavra de uma médium disse: Professor! Não se assuste com o meu gesto. Eu tenho permissão dos dirigentes da casa para agir.
Então a médium se levantou sob a influência da comunicante e beijou a mão de todos os componentes do grupo, dizendo a cada um: Deus lhe pague. Eu não tenho como.
Depois disso, ela contou que estivera internada em um hospital de amparo aos suicidas e que o seu nome estava escrito no livro, ali sobre a mesa, junto com outros sofredores.
Em seguida descreveu o que ocorre no hospital no minuto da prece: abre-se na parede um grande painel luminoso e nele surgem cenas e palavras do salmo, impregnadas de luz, que se desloca da parede encharcando o perispírito dos enfermos que esperavam ansiosos por aquele momento.
Disse-nos, também que muitos enfermos se recuperam e se alegram através daquele minuto e que alguns, sabendo que ela obtivera a permissão para nos visitar, lhe pediram que colocássemos seus nomes no referido livro.
Finalmente, agradeceu em nome de todos os desesperados, enfatizando: este minuto dedicado a nós é mais importante do que anos de conversa vã sobre o que fizemos.
E voltou, agora na condição de enfermeira, para junto dos seus irmãos internos, deixando-nos o agradecimento em nome e em louvor da Mãe dos Sofredores, Maria de Nazaré.
Aquilo, para nós, foi a confirmação do óbvio: o bem que fazemos hoje é nosso advogado em qualquer tempo ou lugar.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

VOCABULÁRIO PARA NETOS


Luiz Gonzaga Pinheiro é autor do livro “O homem que veio da sombra” e conta que após uma visita aos netos, teve a idéia de fazer um pequeno dicionário, para que eles entendessem mais profundamente, sem a formalidade das regras gramaticais ou amarras filosóficas, o significado de algumas palavras importantes na vida de qualquer pessoa.
Ele disse que, ao fazer o dicionário, percebeu que o que sentimos é imensamente mais belo e rico, de mais profundidade do que aquilo que conseguimos grafar. E que quanto mais simples somos em nossa comunicação, mais nos fazemos entender e mais tocamos a corda do sentimento de quem nos lê ou escuta.
Vejamos a beleza do significado por ele dado a determinados termos do nosso dia-a-dia.
Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.
Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.
Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.

Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.
Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.
Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.
Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.
Doutrinação: É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.
Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente, estando apressado, não reclama.
Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.
Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.
Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.
Filhos: É quando Deus entrega uma jóia em nossa mão e recomenda cuidá-la
Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.
Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.
Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.
Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.
Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.
Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.
Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.
Mediunidade com Jesus: É quando a gente serve de instrumento em uma comunicação mediúnica e a música tocada parece um noturno de Chopin.
Morte: Quer dizer viagem, transferência ou qualquer coisa com cheiro de eternidade.
Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.
Obsessor: É quando o Espírito adoece, manda embora a compaixão e convida a vingança para morar com ele.
Ódio: É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.
Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.
Paz: É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.
Perdão: É uma alegria que a gente se dá e que pensava que jamais a teria.
Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.
Pessimismo: É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.
Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.
Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.
Reencarnação: É quando a gente volta para o corpo, esquecido do que fez, para se lembrar do que ainda não fez.
Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar, e estando perto, querer parar o tempo.
Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.
Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.
Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.
Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.
Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.
Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.
Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra, geralmente pior.