Páginas

Mostrando postagens com marcador Grupo Sintonia Elevada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Grupo Sintonia Elevada. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

PRÊMIO E CASTIGO



Hoje o homem tem razões de sobra para crer que o universo, do qual fazemos parte, não se fez sozinho e nem foi fruto do acaso.
Sabe também, que não há efeito sem causa, e que o universo é um efeito que há de ter uma causa. E uma causa inteligente, pois tudo no universo se comporta de forma inteligente.
O homem sabe que existem bilhões de galáxias espalhadas pelo universo e que as leis que regem esse universo infinito são perfeitas.
A lógica nos leva a deduzir que acima de toda a criação, há de ter uma causa primária, uma inteligência suprema, criadora de todas essas maravilhas.
Chegaremos então à conclusão de que essa causa primária, essa inteligência suprema é o que chamamos de Deus. Ora, se fazemos parte desse universo, é lógico que também formos criados com uma finalidade útil.
Se buscarmos com sinceridade, encontraremos nos ensinamentos de Cristo, o espírito mais perfeito que a Terra conheceu, a prescrição de que devemos fazer o bem. Jesus resumiu toda a lei e os profetas na máxima: “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.” Disse também que a cada um será dado segundo suas obras.
Pensando nessas verdades, logicamente deduziremos que não seremos premiados, nem castigados, mas obteremos o resultado dos nossos próprios atos.
Disso temos inúmeros exemplos no nosso cotidiano.
Se somos um aluno relapso, teremos a nota correspondente. Se não gostamos de trabalhar, receberemos o salário do ocioso. Se comemos ou bebemos demais, teremos distúrbios variados no organismos, e assim por diante.
No entanto, se é verdade que hoje temos a impressão de que recebemos um castigo que não fizemos por merecer, é que a causa da nossa desdita está oculta em existências anteriores, e o efeito chega agora no endereço certo.
Isso não é castigo, mas a oportunidade bendita que Deus nos oferece para corrigir o equívoco.
Também é verdade que temos momentos de felicidade. São os momentos que fizemos por merecer, ou que a misericórdia divina nos concede a fim de que possamos refazer as forças.
Dessa forma, podemos comparar a nossa existência a um jardim, que produzirá somente o que nele plantarmos, respeitando sempre a nossa livre vontade.
Assim, se de vez em quando encontrarmos um espinheiro plantado no meio do nosso jardim, arranquemos e plantemos em seu lugar a flor mais perfumada que conhecemos, porque, embora demore um pouco para florescer, no futuro teremos a flor.

terça-feira, 19 de julho de 2011

O SOL DAS ALMAS



É pelo amor, sol das almas, que Deus mais eficazmente atua no mundo.
Você já notou como um belo dia de sol consegue nos fazer bem? A temperatura pode estar baixa, mostrando os prenúncios do inverno, mas mesmo assim o brilho intenso da estrela solar consegue nos trazer ânimo e esperança.
Algum poeta apaixonado poderia dizer que os raios solares são como um abraço do Criador, fazendo-nos acreditar que estamos seguros, que estamos protegidos.
Mas é através de um outro sol, um sol interior, que o pai mostra-se mais presente em nossas vidas: o amor.
O amor encontrado no coração do homem, manifestado em seus pensamentos e ações; o amor “condição indispensável” para que tudo na vida faça sentido e tenha valor.
Paulo de Tarso, em sua carta ao povo da cidade de Corinto, afirmava que se não houvesse amor em suas ações, elas não teriam validade, e que se não existisse amor em sua alma, ela nada seria.
O apóstolo ainda trazia a aplicação prática deste ensino, dizendo que “o amor é paciente”, mostrando-nos a virtude da paciência, esta disposição íntima que nos faz esperar com calma, que nos auxilia a evitar a precipitação, que não é passiva, mas é atuante e dinâmica.
“O amor é benigno”, isto é, ele deve irradiar de nossa casa interior, para iluminar outros lares através da caridade, da intenção de fazer feliz aqueles que estão ao nosso redor.
“O amor não arde em ciúmes”, não guarda o sentimento de posse sobre ninguém, pois sabe que não possuímos as pessoas, e que se as amamos, devemos libertá-las.
“O amor não se orgulha, nem se ensoberbece”, é humilde, e faz com que saibamos o nosso devido lugar, conhecendo nossas imperfeições e reconhecendo as dificuldades do próximo, e jamais nos proclamando melhores que alguém.
“O amor não se conduz inconvenientemente”, é delicado, sensível, e se expressa nas pequenas coisas, nas pequenas ações, que são invisíveis aos olhos do mundo, mas que para Deus demonstram nosso interesse e preocupação com as outras pessoas.
“O amor não procura seus interesses”, é espontâneo, não age visando a vantagem, a recompensa. Ele simplesmente ama, se doa, sem exigir retorno.
“O amor não se exaspera”, é tolerante, compreensivo, e sabe que necessitamos compreender as dificuldades alheias, pois todos, sem exceção, ainda as temos.
“O amor não se ressente do mal”, perdoa. Não permite que o veneno do ressentimento prejudique nossa saúde física e espiritual.
E, finalmente, Paulo nos ensina que “o amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade”, mostrando-nos que devemos ser defensores da verdade, da sinceridade, mas não desta sinceridade dura que atira as verdades no rosto dos outros – deixando assim de ser virtude.
A verdade deve ser revelada com psicologia, com cautela, visando construir, e não destruir o semelhante.
O amor decompõe-se em muitas cores, em muitas virtudes.
É esse sol das almas que buscamos, cada um de uma forma, cada um a seu tempo. Sempre amparados pelo Astro de primeira grandeza que é Jesus, que veio à Terra e permaneceu nestes ares para nos mostrar os caminhos que nos conduzirão ao Criador.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

A ÁRVORE GENEROSA


A gratidão é uma rara virtude. É comum as pessoas guardarem mágoas por muitos anos de coisas desagradáveis que vivenciaram. Mas se esquecem, com rapidez, das dádivas que lhes foram ofertadas, ao longo da vida. Isso nos recorda de uma história simples e fantasiosa, que chegou a ser tema de um filme de curta-metragem, chamado “A árvore generosa”.
É a história de uma árvore que se apaixona por um garoto. Moleque, ele se balançava nos seus galhos. Colocou um balanço e imaginava voar, balançando-se sempre mais alto, mais alto. Subia nela, até o topo, para ver à distância, imaginando que a árvore era um navio e ele estava em alto mar, à busca de terras a serem descobertas. Na temporada das frutas, ele se servia das maçãs, deliciando-se com elas. Cansado, dormia à sua sombra. Eram dias felizes e sem preocupações. A árvore gostava muito dessa época. O menino cresceu e se tornou um rapaz. Agora, por mais que a árvore o convidasse para brincar, ele não ouvia. Seu interesse era angariar dinheiro, muito dinheiro. A árvore generosa lhe disse um dia: - Apanhe minhas maçãs e as venda. O jovem aceitou a sugestão e a árvore ficou feliz. Por um longo tempo, ela não o viu. Ele se transferiu para outros lugares, viajou, angariou fama e fortuna. Quando ela o viu, outra vez, sorriu feliz e o convidou para brincar. Contudo, ele agora era um homem maduro. Estava cansado do mundo. Preocupações lhe enrugavam a testa. Tantos eram os problemas que nem ouviu o coração da árvore bater mais forte quando ele se encostou, de corpo inteiro, à sua sombra, para pensar. Queria sumir, desaparecer, desejando em verdade fugir dos problemas. A árvore generosa lhe sussurrou aos ouvidos e agora ele ouviu: - Derrube-me ao chão, pegue me tronco e faça um barco para você. Faça uma viagem, navegando nele. Ele aceitou a sugestão e a árvore tornou a se sentir feliz. Muitos anos se passaram. Verões de intenso calor, primaveras de flores, invernos de ventos e noites solitárias. Finalmente, o homem retornou. Estava velho e cansado demais para brincar, para sair em busca de riqueza ou para navegar pelos mares. A árvore lhe sugeriu: - Amigo, fui cortada, já não tenho sombra. Sou somente um toco. Que tal sentar e descansar? O velho aceitou a sugestão e a árvore ficou feliz.
Fazendo uma retrospectiva de nossas vidas, comparando-as com a da árvore e do menino, é possível que nos identifiquemos em alguns pontos. Quantas árvores generosas tivemos na vida? Quantas nos deram parte delas para que crescêssemos e pudéssemos alcançar nossos objetivos? Se as fôssemos enumerar todas, talvez não coubessem seus nomes em uma só folha de papel: pais, amigos, irmãos, vizinhos, colegas. Por isso, essa é uma homenagem de gratidão a todas as árvores generosas dos nossos caminhos. A todos os que foram sustento, abrigo, aconchego, fortaleza. Obrigado, amigos. Obrigado, Senhor da Vida.
Texto enviado por Roy Lacerda do blog MomentoBrasil e foi aqui postado por ser pertinente à proposta do Arca.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

SEJA VOCÊ



Se você não puder ser um pinheiro no topo da colina, seja um arbusto no vale, mas seja o melhor arbusto à margem do regato.
Seja um ramo, se não puder ser uma árvore. Se não puder ser um ramo, seja um pouco de relva e dê alegria a algum caminho.
Se não puder ser sândalo, seja então apenas uma violeta, mas seja a violeta viva e real.
Não podemos ser todos capitães, temos que ser tripulação. Há alguma coisa para todos nós aqui: há grandes obras menores a realizar. E é a próxima tarefa que devemos empreender.
Se você não puder ser uma estrada, seja apenas uma senda.
Se você não puder ser o Sol, seja apenas uma estrela.
Não é apenas pelo tamanho que terá êxito ou fracasso, mas seja o melhor do que quer que seja.
Faça uma pessoa feliz... Dando um sorriso, respeitando suas idéias, acreditando em seu potencial, ficando ao lado nos momentos de alegria e tristeza. Fazendo uma pessoa feliz, você também será feliz.

domingo, 3 de outubro de 2010

A FELICIDADE


Quando as pessoas compreenderem que o mundo não é para ser disputado palmo a palmo, mas sim, compartilhado; quando deixarem de lado o desejo de ser o centro das atenções, talvez entendam que a humildade é privilégio dos grandes e apenas os medíocres não sabem disso!
Aprendendo a respeitar as pessoas, as plantas e os bichos como obras da mesma natureza da qual fazem parte, o indivíduo cresce espiritualmente e melhora tanto como pessoa, que não lhe sobra tempo para criticar o semelhante.
Caminhar ao lado de um amigo, sorrir inúmeras vezes por dia, falar sempre de coisas boas, procurar conhecer o lado bom das pessoas, esquecer os erros do passado!
Cair, mas levantar sempre; sorrir, mesmo diante de uma negativa; irritar-se em certas horas, mas procurar reverter isso imediatamente; repudiar a inveja e a ingratidão, são atitudes que tornam nossa vida melhor.
Pensar positivamente é uma questão de aprendizado, não acontece de forma repentina, mas vale a pena tentar.
O indivíduo que consegue inserir em sua vida a prática cotidiana de atitudes positivas, não se torna apenas o melhor amigo, o melhor pai, o melhor chefe e a melhor companhia. Não faz apenas a felicidade dos outros, torna-se verdadeiramente feliz.
Sua vida não se transforma num fardo a carregar, cada vez mais pesado, sempre acrescido das desgraças vividas. Ela se torna uma caminhada tranqüila, inesquecível, gratificante e feliz.
A maioria das pessoas procura a felicidade como um fim, não como um caminho. Talvez por isso ela se torne tão inacessível e tão rara.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

CONSTRUINDO PONTES


Conta-se que, certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entram em conflito.
Foi a primeira grande desavença em toda uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do outro.
Durante anos eles percorreram uma estrada estreita e muito comprida, que seguia ao longo do riacho para, ao final de cada dia, poderem atravessá-lo e desfrutar um da companhia do outro.
Apesar do cansaço, faziam a caminhada com prazer, pois se amavam.
Mas agora tudo havida mudado. O que começara com um pequeno mal entendido finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem na sua porta. Ao abri-la notou um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro na mão.
Estou procurando trabalho – disse ele. Talvez você tenha um pequeno serviço que eu possa executar.
Sim! – disse o fazendeiro – claro que tenho trabalho para você. Veja aquela fazenda além do riacho. É do meu vizinho. Na realidade, meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo.
- Vê aquela pilha de madeira junto do celeiro? Quero que você construa uma cerca bem alta ao longo do riacho para que eu não precise mais vê-lo.
Acho que entendo a situação – disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos que certamente farei um trabalho que lhe deixará satisfeito.
Como precisava ir à cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a encontrar o material e partiu.
O homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia, medindo, cortando e pregando. Já anoitecia quando terminou sua obra.
O fazendeiro chegou da sua viagem e seus olhos não podiam acreditar no que viam. Não havia qualquer cerca!
Em vez da cerca havia uma ponte que ligava as duas margens do riacho. Era realmente um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: Você foi muito atrevido construindo essa ponte após tudo que lhe contei.
No entanto, as surpresas não haviam terminado. Ao olhar novamente para a ponte, viu seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo com os braços abertos.
Por um instante permaneceu imóvel de seu lado do riacho. Mas, de repente, num só impulso, correu na direção do outro e abraçaram-se chorando.
O carpinteiro estava partindo quando o irmão que o contratou pediu-lhe emocionado: Espere! Fique conosco mais alguns dias.
E o carpinteiro respondeu: Eu adoraria ficar, mas infelizmente, tenho muitas outras pontes para construir.
E você, está precisando de um carpinteiro, ou é capaz de construir sua própria ponte para se aproximar daqueles com os quais rompeu contato?
As pessoas que estão ao seu lado, não estão ai por acaso. Há uma razão muito especial para elas fazerem parte de seu círculo de relação.
Por isso, não busque isolar-se construindo cercas que separam e infelicitam os seres.
E se a ponte da relação está um pouco frágil, ou balançando por causa dos ventos da discórdia, fortaleça-a com os laços do entendimento e da verdadeira amizade.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

FELICIDADE


Passamos a vida em busca da felicidade. Procurando o tesouro escondido. Corremos de um lado para outro esperando descobrir a chave da felicidade.
Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva num passe de mágica. E achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes. Outros fogem para casa em busca da felicidade. Uns se casam pensando em serem felizes. Outros se divorciam para serem felizes.
Uns desejam viver sozinhos para serem felizes. Outros desejam possuir uma grande família, a fim de serem felizes.
Uns fazem viagens caríssimas buscando serem felizes. Analisando roteiros, escolhem os melhores hotéis, os pontos turísticos mais invejados para visitar.
Outros, trabalham além do normal buscando a felicidade. Fazem horas extras, inventam treinamentos e mais treinamentos para encher sempre mais os seus dias com compromissos profissionais.
Uns desejam ser profissionais liberais para comandar a sua própria vida e poderem ser felizes. Outros desejam ser empregados para ter a certeza do salário no final do mês e, assim, poderem ser felizes.
Outros, ainda, desejam trabalhar por comissão, assegurando que o seu esforço se transforme em melhor remuneração e assim serem felizes.
É uma busca infinita. Anos desperdiçados. Nunca a lua está ao alcance da mão. Nunca o fruto está maduro. Nunca o carinho recebido é suficiente.
Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver! A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa.
E jamais está à venda. Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte.
Sempre que dependemos de fatores externos para ter alegria, estamos fadados à decepção. A felicidade não se encontra nas coisas exteriores.
A felicidade consiste na satisfação com o que temos e com o que não temos. Poucas coisas são necessárias para fazer o homem sábio feliz, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaz a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas. Enquanto nós tivermos algo a fazer, alguém para amar, alguma coisa para esperar, seremos felizes.
Tenhamos certeza: a única fonte de felicidade está dentro de nós, e deve ser repartida. Repartir nossas alegrias é como espalhar perfume sobre os outros; sempre algumas gotas acabam caindo sobre nós mesmos.
Na incerteza do amanhã aproveite hoje para ser feliz.
Se chover, seja feliz com a chuva que molha os campos, varre as ruas e limpa a atmosfera. Se fizer sol, aproveite o calor. Se houve flores em seu jardim, aproveite o perfume. Se tudo estiver seco, aproveite para colocar as mãos na terra, plantar sementes e aguardar a floração. Se tiver amigos, aproveite para bater um papo, troque idéias e seja feliz com a felicidade deles. Se não tiver amigos, aproveite para conquistar ao menos um.
Aproveite o dia de hoje para ser feliz!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

NOS DIAS DIFÍCEIS


Quem é que, vivendo sobre a face da terra, pode dizer que jamais passou por um dia difícil?
Desde que estejamos gozando de perfeita lucidez, não poderemos negar que já superamos, não um só, mas muitos dias de dificuldades.
Portanto, nos dias amargos que se apresentam, lembremo-nos dos outros dias assim que já se foram.
Depois de superadas as lutas, que supúnhamos insuperáveis, não sabemos explicar a nós mesmos de que modo vencemos e de que fonte retiramos as forças necessárias para nos sustentar, durante e depois das dificuldades sofridas.
Vimos a doença no ente amado assumir gravidade estranha e, sem que lográssemos penetrar o fenômeno em todos os detalhes, surgiram a medicação e a providência ideais que o livraram da morte.
Experimentamos a visita do desânimo, à frente dos obstáculos que se agravaram à nossa frente, mas, sem que nos déssemos conta do amparo recebido, deixamos o desalento das trevas e regressamos à luz da esperança.

Crises do sentimento que pareciam invencíveis, pelo teor de angústia com que nos alcançaram a alma, desapareceram como por encanto sem que conseguíssemos definir a intervenção libertadora que nos restituiu à tranqüilidade.
Sofremos a ausência de seres imensamente queridos, chamados pela desencarnação para tarefas inadiáveis em outras faixas da experiência; no entanto, sem que despendêssemos qualquer esforço, outras almas abençoadas apareceram, nutrindo-nos o coração com edificante apoio afetivo.
Tudo isso, entretanto, aconteceu porque persistimos na fé aguardando e confiando, trabalhando e servindo, sem nos entregarmos à deserção ou à derrota, ofertando ensejo à bondade de Deus para agir em nosso benefício.
Nas dificuldades em andamento, consideremos aquelas já vividas e superadas, e compreenderemos que Deus, cujo infinito amor nos sustentou ontem, nos sustentará também hoje.
Para isso, porém, é imperioso permanecermos fiéis ao cumprimento de nossas obrigações com paciência, já que a paciência é dom de esperar por Deus, cooperando com Deus, sem atrapalhar.
Um dia, quando você puder vislumbrar, do alto, todos os caminhos percorridos durante a existência, perceberá que a maior parte do percurso estará marcada por dois pares de pegadas: as suas e as do Cristo, que caminha sempre ao seu lado, sustentando-lhes as forças.
E nos dias difíceis, naqueles em que as dores se fizeram mais cruéis, você notará apenas um par de pegadas e se perguntará: será que nos momentos difíceis Jesus me abandonou?
E Ele, o amigo fiel de todas as horas, certamente responderá: “não, meu filho, eu jamais o abandonei”.
“Se é verdade que nos dias mais ásperos da sua existência só há um par de pegadas no caminho, é porque naqueles momentos eu o carreguei nos braços...”

quarta-feira, 17 de março de 2010

A ARTE DOS ELOGIOS


Muitos de nós temos facilidades para fazer novos amigos. Mas, nem sempre temos habilidade suficiente para manter essas amizades. É que, pelo grau de intimidade que os amigos vão adquirindo em nossas vidas, nos esquecemos de os respeitar.
Assim, num dia difícil, acreditamos que temos o direito de gritar com o amigo. Afinal, com alguém devemos desabafar a raiva que nos domina.
Porque estamos juntos muitas horas, justamente por sermos amigos, nos permitimos usar para com eles de olhares agressivos, de palavras rudes.
Ou então, usamos os nossos amigos para a lamentação constante. Todos os dias, em todos os momentos em que nos encontramos, seja para um lanche, um passeio, uma ida ao teatro ou a cinema, lá estamos nós, usando os ouvidos dos nossos amigos como lixeira.
É isso mesmo. Despejamos neles toda a lama da nossa amargura, das nossas queixas, das nossas reclamações. Quase sempre, produto da nossa forma pessimista de ver a vida. Sim, nossos amigos devem saber das dificuldades que nos alcançam para nos poderem ajudar. O que não quer dizer que devamos estragar todos os momentos de encontro, de troca de afetos, com os nossos pedidos, a nossa tristeza.
Os amigos também teem suas dificuldades e para nos alegrar, procuram esquecê-las e vêem, com sua presença, colocar flores na nossa estrada árida.
Outras vezes, nos permitimos usar nossos amigos para brincadeiras tolas, até de mau gosto. Acreditando que eles, por serem nossos amigos, devem suportar tudo. E quase sempre nos tornamos inconvenientes e os machucamos.
Por isso, a melhor fórmula para fazer e manter amigos é usar a gentileza, a simpatia, a doçura no trato com as pessoas.
Lembremos que a amizade, como o amor, necessita ser alimentada como as plantas do nosso jardim. Por isso, a amizade necessita, para se manter da terra fofa da bondade, do sol do afeto, da chuva da generosidade, da brisa leve dos pequenos gestos de todos os dias.

quinta-feira, 11 de março de 2010

RECANTO DE LUZ


Quantas pessoas caminham desoladas e sós...
Andam e sentem que seus passos as conduzem a lugar nenhum...
Perderam, há muito, o endereço da esperança...
Várias se debatem nas trevas da desilusão, do abandono, da desdita...
Sucedem-se os dias, as horas dobram-se umas sobre as outras, e os minutos passam como se trouxessem consigo uma soma cada vez maior de dissabores...
A vida lhe parece um eterno anoitecer, uma escuridão perpétua.
Milhares de criaturas estão à beira de um colapso nervoso.
Muitos corações estão quase sufocados de angústia, de saudade, de desespero, debruçados no passado, em busca de memórias perdidas.
Diante desse quadro, nós podemos ser um recanto de luz, convidando as criaturas a suave reconforto.
Podemos cultivar na intimidade um jardim de flores e luzes, a espalhar bênçãos de esperança.
Podemos ser a madrugada ridente, que traz consigo a melodia dos pássaros, anunciando o alvorecer.
Podemos ser o amanhecer daqueles que se debatem na escuridão, trazendo os primeiros raios de sol que vencem as trevas, irradiando claridade e conforto.
Podemos emitir uma frase de otimismo ou apenas uma palavra de fé que lhes restaure a confiança no futuro...
Incentivar-lhes a coragem de modo a que o desalento não se transforme em moléstia destruidora.
Ou então, estender a ponte do diálogo amigo, capaz de induzir ao reequilíbrio e à serenidade.
Sejamos um recanto tranqüilo. Mas para isso é preciso que o cultivemos portas adentro do coração.
É preciso que semeemos flores de compreensão, de afabilidade e doçura.
É tão triste caminhar na solidão! Mais triste ainda é ter como companhia a desesperança.
Vençamos, em definitivo, a indiferença, derrubando as muralhas do orgulho que nos impedem de vislumbrar as necessidades dos que caminham ao nosso lado.
Sejamos um recanto de luz, de paz, de esperança!
Agindo assim, sentiremos suave felicidade a invadir-nos a alma, penetrando-nos o coração e aliviando nossas carências e dores.
Na medida em que nos fazemos úteis a alguém, recebemos as bênçãos de que tanto precisamos.
Esquecemos os pés feridos nos espinhos do caminho e sentimos nossas forças ampliadas.
Auxiliando-nos uns aos outros conseguiremos alcançar o topo da montanha escarpada de onde poderemos vislumbrar a ampla planície coberta de relva e flores, como prêmio pelos esforços realizados.
Não há noite que perdure para sempre. O ponto mais alto da escuridão é também o início da madrugada que traz consigo a claridade, vencendo as trevas.
As nuvens, por mais densas que pareçam, são efêmeras e passageiras, mas o sol é perene.

segunda-feira, 8 de março de 2010

DEIXA


Deixa que teu riso transpareça, alegrando os que te rodeiam para que conheçam a generosidade da vida.
Deixa que os bons ventos toquem a tua fronte e diluam tuas tensões, tuas amarras, reconstruindo aos poucos, a tua liberdade, a tua herança divina.
Deixa que o sol venha e aqueça, iluminando os espaços que permanecem fechados dentro de ti, para que estes se abram e te favoreçam a cada momento.
Deixa que a chuva caia e limpe a poeira do dia-a-dia, para que te sintas renovado e esperanço.
Deixa que o teu coração conduza tuas ações e através delas, recrie tua amorosidade, tua alegria interior.
Deixa ser aquilo que é e aprende que há uma força maior que de tudo cuida e, aos poucos, ensina o que, verdadeiramente, deve ser aprendido.
Deixa ser, deixa viver o que deve viver e sente...
A preciosidade repousa em momentos onde a vontade de estar desperto é presente, é real para o teu ser.

domingo, 17 de janeiro de 2010

VIAJANDO PELA VIDA


Existem pessoas que chegam em nossas vidas e vão embora sem ao menos deixar vestígios ou lembranças...
Outras vêm para ficar e embarcar conosco nessa maravilhosa viagem que é a vida...
Ainda existem aquelas que vêm, vão e voltam para te magoar incessantemente, não levando em consideração tudo o que ficou para trás...
Infelizmente, nessa viagem que é a vida, temos que nos deparar com esses ou outros acidentes de percurso...
Lembre-se, essa viagem não tem volta... ela apenas vai seguindo para lugares os quais a levamos...
E nesse trajeto da vida existem aqueles que vão fraquejar diante de situações inesperadas...
Mas também existem aqueles que vão levantar e continuar adiante mesmo tendo sido derrubados por um amigo...
E assim, a vida vai seguindo o seu rumo, deixando marcas que poderiam ser escritas na areia ou em uma pedra, dependendo do tipo da marca... pode-se escrever na areia a ofensa de um amigo, pois quando o vento soprar tudo será apagado...
Já as coisas boas, deveriam ser escritas em uma pedra bem grande, para podermos lembrar destes acontecimentos para sempre...
Portanto, vamos continuar essa viagem da vida da melhor maneira possível para que possamos ter sempre coisas boas para escrever nesta pedra e nunca esquecermos...
Fonte: Grupo Sintonia Elevada

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

VIVER BEM


Pense sempre de forma positiva. Toda vez que um pensamento negativo vier á sua cabeça, troque-o por outro. Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso do dia para a noite; assim como um atleta, treine muito.
Não tenha medo de nada e de ninguém. O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores. Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder aos outros.
Não se queixe. Quando você reclama, tal qual um ímã, você atrai para si toda carga negativa de suas palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado, começa a se materializar quando nos lamentamos.
Risque a palavra “culpa” do seu dicionário. Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com nossa melancolia. Ignore-os.
Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral.
Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente. Procure conviver com serenidade e quando tiver vontade de explodir, conte até dez.
Viva o presente. O ansioso vive o futuro. O rancoroso vive no passado. Aproveite o aqui e o agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

SABER VIVER

Tudo chega a tempo àqueles que sabem viver.
Viver significa engrenar no ritmo do amor que pulsa em teu ser, deixando-te levar pelas águas mansas que tudo banha com sua compreensão, fidelidade e quietude.
O teu dia de hoje muito te trouxe.
Talvez hoje, talvez amanhã, perceberás quanto aprendeste com ele.
A cada dia aprendes algo que contigo fica, consciente ou não, a iluminar teus passos rumo à tua verdade, à tua evolução espiritual.
Dá oportunidade para que este dia te traga o que precisas aprender, o que precisas provar e sentir.
Dá oportunidade para que estejas no lugar certo e na hora exata quando a ti chegar a brisa que te revelará frente a ti mesmo.
Viver significa crescer, construir!
Cada passo, cada palavra, cada ato produz um efeito.
Aprende a dar amor, a dar alegria, a dar compreensão, e teus dias espelharão a tua fronte doce e risonha, trazendo-te o que necessitas para estar tranqüilo e fluindo no mais profundo amor.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A LIÇÃO DO JARDINEIRO


Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim
Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.
Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.
O garoto ligou para uma mulher e perguntou:
“A senhora está precisando de um jardineiro?”
“Não. Eu já tenho um”, foi a resposta.
“Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo.”
“Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso.”
O garoto insistiu: “eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço.”
“O meu jardineiro também”, tornou a falar a senhora.
“Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível.”
“Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa.”
Numa última tentativa, o menino arriscou: “o meu preço é um dos melhores.”
“Não”, disse firme a voz ao telefone. “Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.”
Desligando o telefone, o executivo disse ao jardineiro:
“Meu rapaz, você perdeu um cliente.”
“Claro que não”, respondeu rápido. “Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo.”
Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro? Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?
Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?
Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?
E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?

domingo, 8 de novembro de 2009

A CONQUISTA DA SERENIDADE


Um dia amanhece, glorioso, com a luz do sol atravessando as folhas. Silêncio que é quebrado pelo som dos passarinhos que acordam.
Murmúrio de regatos que cantam, perfume de relva molhada pelo orvalho da noite.
Será isso serenidade?
A natureza oferece ao homem a oportunidade do silêncio externo, o exemplo da calma.
Mas sozinha, ela, a natureza, será capaz de trazer a paz interna?
Muita gente diz assim: vou sair da cidade, a fim de descansar. Quero esquecer barulho, poluição, trânsito.
Essa é uma paz artificial. Em geral, depois de alguns dias descansando, a pessoa volta para a cidade e aos ruídos da chamada civilização. E ainda exclama ao chegar: que bom é voltar para o conforto da cidade.
E, nas semanas seguintes, enfrenta novamente os engarrafamentos de trânsito, o som constante das buzinas, a fuligem. A comida engolida às pressas e o estresse do cotidiano estão de volta.
Então vem a pergunta: será que realmente a serenidade existe em nossa alma? Se ela estivesse mesmo em nós, não teríamos de deixar o local em que vivemos para encontrar a paz, não é mesmo?
A conquista da serenidade é gradativa. A natureza não dá saltos e as mudanças de hábitos arraigados ocorrem muito lentamente. Não se engane com isso.
Muita gente acredita que a simples decisão de modificar um padrão de comportamento é suficiente para que isso aconteça. Mas não é assim.
Um antigo provérbio chinês traduz muito bem essa dificuldade. Ele diz assim: “um hábito inicia como uma teia de aranha e depois se torna um cabo de aço.” O mesmo acontece em nossa vida.
E a conquista da serenidade não escapa a essa lógica de criar novos hábitos, de reeducar-se. Sim, pois tornar-se pacificado é um exercício de auto-educação.
A pessoa educa-se constantemente. Treina a paciência, o silêncio da mente. É uma conquista diária, um processo que vai se instalando e se fortalecendo.
E por onde começar? O melhor é iniciar pelo dia a dia. Treinando com parentes, amigos, colegas de trabalho. Não se deixando perturbar pelas pequenas coisas do cotidiano.
Das pequenas coisas que irritam, a pessoa passa a adquirir mais força para superar problemas mais graves, situações mais complexas.
Aos poucos, suaviza-se o impacto que os outros exercem sobre nós. Acalma-se o coração, domina-se as emoções, tranqüiliza-se a mente.
O resultado é o melhor possível. Com o passar do tempo, a verdadeira paz se instala. E mesmo em meio aos ruídos de todo dia, o homem pacificado não se deixa perturbar.
É como um oásis em meio ao caos da vida moderna. Um espelho de água em meio a tempestades. Esse homem, em qualquer lugar que esteja, traz a serenidade dentro de si.
Experimente começar essa jornada hoje mesmo. Vai torná-lo muito mais feliz!
A serenidade resulta de uma vida metódica, postulada nas ações dinâmicas do bem e na austera disciplina da vontade.
Mantenhamos a serenidade e a nossa paz se espalhará entre todos.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A VIAGEM DA VIDA


Se não puder ser o maquinista, seja o passageiro mais divertido. Procure um lugar próximo à janela; desfrute cada uma das paisagens que o tempo lhe oferecer, com prazer de quem realiza a primeira viagem.
Não se assuste com os abismos, nem com as curvas que não lhe deixam ver os caminhos que estão por vir.
Procure curtir a viagem da vida observando cada arbusto, cada riacho, beirais de estrada e tons mutantes da paisagem.
Desdobre o mapa e planeje roteiros.
Preste atenção em cada ponto de parada e fique atento ao apito da partida.
E quando decidir descer na estação onde a esperança lhe acenou, não hesite.
Desembarque nela os seus sonhos.
Que a viagem pela vida seja de primeira classe: em equilíbrio, em sabedoria, em aprendizado e sobretudo, em amor!
Saindo da estação, o trem passa por várias cidades até chegar ao seu final.
Saindo do útero materno, a vida passa pela infância, adolescência, idade adulta e, se vivermos bastante, a velhice é o prêmio.
Nas Estradas da Vida, tristezas e alegrias se sucedem, a saúde cede lugar, às vezes, à doença, e caminhamos na medida que Deus permite, e nós nos esforçamos.
Vez por outra entramos em cada buraco...
No ônibus, depositamos confiança no motorista... no avião, no piloto... no trem, no maquinista... no barco, checamos os remos...
E na Vida, nos entregamos a Deus.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

PERFIL DO OTIMISTA


Quando as andorinhas, bailarinas ligeiras, dançam no ar, coloridas pelos últimos raios do sol poente, o suave calor da primavera anuncia a chegada alegre das flores e da renovação da vida.
Arrebentam-se as fendas dos velhos muros e morros cansados, deixam que os vegetais surjam em variado verdor e os campos largos se exibam com matizados em festa inigualável.
As mãos mágicas do Celeste Pintor saem derramando tintas e perfumes embriagadores em todo lugar, confirmando seu inefável amor pelas Suas criaturas.
Os córregos cantam com as águas apressadas e as cachoeiras arrebentam cristais nas pedras resignadas, que os recebem felizes.
Revoadas de aves alegres, incessantemente bordam os céus com imagens sucessivas de beleza incomum.
A primavera é o otimismo da natureza cantando o poema da sensibilidade de Deus.
Enquanto se repetir, a aliança de amor permanece entre o homem descuidado e o Criador, sustentando a esperança.
Apesar disso, muitas criaturas desanimadas, deixam de fitar a claridade do dia primaveril, mergulhadas na noite de suas paixões.
Preferem olhar o chão onde permanece o lodo, a contemplar o alto onde fulguram as estrelas. Por isso tornam-se torpes, amarguradas, perturbadas.
A vida humana, qual ocorre com a da natureza, passa por quadras variadas que se sucedem em ordem de grandeza, servindo uma de base à outra, indispensáveis a harmonia de conjunto.
A noite que convida ao repouso, enseja a reflexão para o dia, que propicia a ação.
O inverno que parecia destruidor, também enseja a preservação da energia que surgirá com estrondo de vida na primavera.
A criatura humana é o mais grandioso investimento de Deus na Terra, e ser otimista quanto ao futuro, mesmo que haja dificuldades no presente, é o mínimo que lhe cabe, como afirmação da sua realidade e gratidão ao seu Criador.
Quem pretende conservar tristeza no coração, encontrará sempre motivos falsos para sustentá-la, acalentando a queixa, cultivando a desdita e nutrindo-se da insatisfação.
O otimismo é gerador de adrenalina, que estimula o sangue, impulsionando ao avanço, à alegria fomentadora da ação.
Cultivando-o nos sentimentos, adquire-se visão para penetrar o lado oculto ou sombrio das ocorrências e entusiasmo para não desfalecer ante os primeiros insucessos da marcha, prelúdios das vitórias futuras.
Quem não possui capacidade para sustentar com valor os embates malogrados, não tem condições para viver as grandes e decisórias batalhas.
Nos céus dos que amam e confiam em Deus com otimismo, sempre haverá andorinhas bailando em prenúncio de gloriosas primaveras.

domingo, 30 de agosto de 2009

COMO O CARVALHO


Todas as vezes que nos deparamos com problemas em nossa vida, observamos o quanto somos frágeis.
As alegrias se vão e só fica a verdade de que somos impotentes para lidar com adversidades que surgem no decorrer de nossa existência.
Deus nos deixa lições interessantes em sua criação para nos mostrar o contrário, que o homem foi criado forte e que essa força é sempre adquirida e absorvida dessas situações adversas.
Você conhece uma árvore chamada carvalho?
Pois é, essa árvore é usada pelos botânicos e geólogos como um medidor de catástrofes naturais do ambiente.
Quando querem saber o índice de temporais e tempestades ocorridas numa determinada floresta, eles observam logo o carvalho (existindo no local, é claro), que naturalmente é a árvore que mais absorve as conseqüências de temporais.
Quanto mais temporais e tempestades o carvalho enfrenta, mais forte ele fica!
Suas raízes naturalmente se aprofundam mais na terra e seu caule se torna mais robusto, sendo impossível uma tempestade arranca-lo do solo ou derruba-lo!
Mas não pense que os cientistas precisam fazer essas análises todas para saber isso. Basta apenas eles olharem para o carvalho.
Por absorver as conseqüências das tempestades, a robusta árvore assume uma aparência disforme, como se realmente tivesse feito muita força.
Muitas vezes uma aparência triste!
Cada tempestade para um carvalho é mais um desafio a ser vencido e não uma ameaça!
Numa grande tempestade, muitas árvores são arrancadas, mas o carvalho permanece firme!
Assim somos nós.
Devemos tirar proveito das situações contrárias à nossa vida e ficar mais fortes!
Um pouco marcados. Muitas vezes com aparência abatida, mas fortes!
Com raízes bem firmes e profundas na terra!
Podemos, com isso, compreender o que o nosso Pai maravilhoso quis nos ensinar, quando disse que podemos todas as coisas naquele que nos fortalece.
E também a confiança do rei Davi quando disse: “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte eu não temerei mal algum, porque Tu estás comigo.”
Por isso quando olhar pela janela o lindo alvorecer, lembre-se de que não há temor com os infortúnios do dia, porque Deus está contigo!
Ele o protegerá!
Se você está passando por lutas muito grandes por estes dias, pense que (como o carvalho), é só mais uma tempestade que o tornará mais forte, segundo aquele que no arregimentou!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

ORAÇÃO


Querido Deus, agradeço por este dia, agradeço-te por poder ver e ouvir esta manhã.
Sou abençoado porque és um Deus compreensivo e de perdão.
Tens feito tanto por mim, abençoando-me a cada dia.
Perdoa-me por tudo que tenho feito, dito ou pensado que não seja agradável a Ti.
Mantém-me seguro, afastado de todo o perigo.
Ajuda-me a começar este dia com uma nova atitude e muita gratidão.
Deixa-me fazer o melhor a cada dia para clarear minha mente e assim poder ouvir-Te.
Expande a minha mente para que possa aceitar todos os Teus desígnios.
Não permitas que me lamente das coisas sobre as quais não tenho controle.
Permita-me continuar vendo o pecado através dos teus olhos Senhor, e que possa reconhecer o mal.
E quando cometer pecado, permita-me arrepender-me e confessar com minha boca meu mau procedimento, e assim receber Teu perdão.
Quando este mundo se fechar dentro de mim, deixa-me recordar o exemplo de Jesus, ir para longe e encontrar um lugar afastado para orar.
Esta é a melhor resposta quando me empurram além dos meus limites.
Sei que quando não posso orar, Tu escutas meu coração.
Continua utilizando-me para fazer a Tua vontade.
Continua abençoando-me para que possa abençoar outras pessoas.
Mantém-me forte para que possa ajudar os fracos.
Mantém meu ânimo elevado para que possa ter palavras de consolo para o outro.
Peço pelos que se perdem e não podem encontrar seu caminho.
Peço pelos que sofrem mau juízo e não são entendidos.
Peço pelos que não Te conhecem intimamente.
Peço pelos que não crêem.
Mas Te agradeço porque eu creio.
Creio que Tu mudas as pessoas e as coisas.
Peço por todos os meus amigos, cada membro de suas famílias e por seus lares.
Peço pela paz, o amor e a alegria das famílias.
Que estejam sem dívidas e todas as suas necessidades sejam resolvidas.
Rogo para que cada olho que leia esta oração, saiba que não há problema, batalha, circunstância ou situação maior que o Senhor!
Peço para que estas palavras sejam recebidas nos corações, para que cada olho que as veja ou cada boca que as proclame, confesse-as disposto: Esta é a minha oração.
Em nome de Jesus.
Amém!