Páginas

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

QUERO



Quero tudo de novo. Quero não sentir medo.
Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais.
Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo.
Quero fins de semana de praia.
Aproveitar os amigos e abraça-los mais.
Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais.
Sair mais. Quero um trabalho novo.
Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto.
Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz.
Quero dançar mais.
Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais.
Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais.
Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque.
Quero ser feliz, quero sossego, quero outra tatuagem.
Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos.
Tomar mais sol e mais banho de chuva.
Preciso me concentrar mais, delirar mais.
Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais.
Quero conhecer mais pessoas.
Quero olhar para frente e só o necessário para trás.
Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar sem mágoa.
Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa.
Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão.
Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais.
Quero menos “mas".
Quero não sentir tanta saudade.
Quero mais e tudo mais.
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.

domingo, 24 de novembro de 2013

A POLÍTICA DA FELICIDADE


Uma das origens do conflito com relação à felicidade é o ambiente social e político.
Como podemos ser felizes com tantas guerras, fome, pessoas desabrigadas, miséria, doenças, injustiça, ignorância, crueldade e sofrimento no mundo?
Como podemos ficar atentos ao que acontece, interessados em conseguir fazer mudanças positivas e ser felizes ao mesmo tempo?
É fácil se sentir desestimulado ou deprimido diante de todos os problemas do mundo.
Mas o desestímulo e a depressão nunca provocaram nenhuma mudança positiva.
A provocação, a raiva, o medo e a tristeza fazem com que nos sintamos justos, conscientes, preocupados e bem informados, mas tais sentimentos em nada contribuem para diminuir ou sanar os problemas.
Tomar qualquer atitude a partir de um ponto de vista negativo é autodestrutivo e improdutivo.
Porém, a atitude positiva que surge dos bons pensamentos pode gerar uma grande mudança.
Se optarmos pela verdadeira felicidade interior poderemos espalhar essa energia positiva pelo mundo todo.
Acho que as pessoas mais felizes do mundo são aquelas que estão realmente dando uma contribuição positiva para a humanidade.
A Madre Teresa de Calcutá, por acaso se sentia desanimada, achando que o trabalho que fazia junto aos pobres era só UMA GOTA no enorme mar de sofrimento humano?
Se tivesse optado por esse ponto de vista negativo, ela não teria conseguido levantar todas as manhãs e realizar o maravilhoso trabalho que fez.
Sem um enorme e profundo sentimento de fé, esperança e paz – que são os elementos básicos da verdadeira felicidade – como ela poderia dar tanto amor às pessoas?
A nossa infelicidade não ajuda ninguém e nem transforma o mundo num lugar melhor.

sábado, 23 de novembro de 2013

O IDIOTA E A MOEDA



Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei, respondeu o tolo. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.
Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam... é problema deles....
Pense nisto!
Enviado por Roy do blog Momento Brasil.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

ANTE OS PEQUENINOS


A criança é uma edificação espiritual dos responsáveis por ela.
Não existe criança – nem uma só – que não solicite amor e auxílio, educação e entendimento.
Cada pequenino, conquanto seja, via de regra, um espírito adulto, traz o cérebro extremamente sensível pelo fato de estar reiniciando o trabalho da reencarnação, tornando-se, por isso mesmo, um observador rigorista de tudo o que você fala ou faz.
A mente infantil dar-nos-á de volta, no futuro, tudo aquilo que lhe dermos agora.
Toda criança é um mundo espiritual em construção ou reconstrução, solicitando material digno a fim de consolidar-se.
Ajude os meninos de hoje a pensar com acerto dialogando com eles, dentro das normas do respeito e sinceridade que você espera dos outros em relação a você.
A criança é um capítulo especial no livro do seu dia a dia.
Não tente transfigurar seus filhinhos em bibelôs, apaixonadamente guardados, porque são eles espíritos eternos, como acontece a nós, e chegará o dia em que despedaçarão perante você mesmo quaisquer amarras de ilusão.
Se você encontra algum pirralho de maneiras desabridas ou de formação inconveniente, não estabeleça censura, reconhecendo que o serviço de reeducação dele, na essência, pertence aos pais ou aos responsáveis e não a você.
Se veio a sofrer algum prejuízo em casa, por depredações de pequenos travessos, esqueça isso, refletindo no amor e nas consideração que você deve aos adultos que respondem por eles.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O PERFEITO CAMINHO DE DEUS



Tem dias que trocaríamos facilmente por um outro, que preferiríamos talvez que não existissem. Isso porque suportamos mal os ventos contrários.
Mas Deus fez esse dia e os outros, os que passaram e os que virão ainda e chegamos onde chegamos por que nas dificuldades encontramos forças para superar e continuar o caminho.
Não adianta querer passar por atalhos, evitar o que de inevitável nos espera, o que testa nossa paciência, resistência e mesmo amor.
Os caminhos que tivermos que atravessar, atravessaremos e devemos fazê-lo de cabeça erguida e olhos postos no horizonte.
Quando Deus nos criou, traçou nossos planos, idealizou nossa vida e projetou nossos sonhos.
A nossa liberdade de escolha, essa pela qual lutamos com tanto orgulho, nos leva a outros campos, outras paisagens, nem sempre as que nos são favoráveis.
Mas o amor de Deus nos busca e às vezes de maneira que não esperamos.
As tempestades chegam, os barcos balançam, as folhas caem e não podemos impedir as lágrimas.
Todo amor tem atrás de si uma grande história e o amor de Deus tem atrás de si a história de todo o universo.
Aceitar os caminhos e as voltas da vida com o coração aberto, ainda que ferido, é oferecer a Deus a oportunidade para trazer-nos para junto d'Ele.
Os caminhos de Deus são perfeitos.
Os atalhos que escolhemos é que são sinuosos.
Mas se nos voltamos, temos a promessa de campos floridos, vida serena e lindos amanheceres.