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quarta-feira, 22 de junho de 2016

OS QUATRO GIGANTES DA ALMA - MEDO, IRA, DEVER E AMOR



Dizem que há na alma humana quatro gigantes ou emoções que acompanham a evolução do ser: o Medo, a Ira, o Dever e o Amor.
Dizem que a energia que tais emoções são capazes de mobilizar no ser humano é tão grande que tudo que o Homem tenha feito, de bom ou de mal, sobre a Terra, deve ser atribuído a elas.
Três delas colocam obstáculos e apenas uma abre todas as portas.
As três criadoras de problemas chamam-se: MEDO, IRA e DEVER.

O MEDO é um gigante enraizado profundamente, que se alimenta da necessidade de preservar a vida diante do perigo, de nossas carências e sensação de desamparo, mas que se alia com a imaginação e cria neuroses que chegam a paralisar completamente a vida de uma pessoa.

A IRA é um gigante destrutivo, que se alimenta da reação normal de uma pessoa diante do medo, mas por ser normalmente abafado e recalcado acaba criando o ódio, que é uma raiva em conserva, podendo consumir uma pessoa por dentro até matá-la.
A IRA é alimentada, em muitos casos, pela ambição humana em deter o poder, pela ânsia de domínio, de afirmação e expansão, aliadas ao grande medo de fracasso perante este desejo de potência.
A pessoa dominada pela IRA sente-se fora de si e projeta sua agressividade sobre algo ou alguém fora dela, num impulso destrutivo.


O DEVER é um gigante que entulha o caminho dos humanos com muitas obrigações, podendo esmagá-lo com tantas delas que até produz tédio e imobilidade.
Ele está ligado à força repressiva originada por Leis, Costumes, Normas e Tradições rígidas.
O DEVER é alimentado por certos componentes, como o "princípio de ordem", o "sentimento de justiça" e a "necessidade de aprovação".


Quem poderia abrir todas as portas é o gigante AMOR, mas que pelas várias faces que pode adquirir, nem sempre leva à tão desejada libertação.
Muitos creem, por exemplo, que o AMOR é, antes de tudo, uma atração, entretanto sua qualidade essencial é justamente a expansão.
O AMOR que liberta não pode estar ligado à possessividade, à simbiose, à tirania, ao abandono, à discórdia ou à vingança.
O AMOR que abre portas tem na arte do desapego a sua chave mestra e, assim, amansa a Ira, aplaca o Medo e equilibra a prática do Dever.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

SACANDO NOSSAS ARMAS








Dentro de você há 8 armas espirituais.
Conforme a situação escolha a arma apropriada e use-a no momento certo.
Experimente e veja como seus limites se ampliam.
(1)    Interiorizar-se: busque o que você é realmente, não se perca no que você não é;
(2)    Desprender-se: sinta que o passado é uma mochila pesada e desconfortável, solte-a;
(3)    Tolerar: deixe de lutar contra o vento e passe a amá-lo;
(4)    Ajustar-se: veja que a vida é elástica e seja elástico também;
(5)    Discernir: escute sua consciência e entenda que tudo que vem é para o seu bem;
(6)    Julgar: seja juiz de si e advogado dos outros, não o contrário;
(7)    Enfrentar: faça as coisas pelas quais tem medo e o medo desaparecerá;
(8)    Cooperar: trabalhe com outros e transforme o difícil em fácil.


sábado, 18 de junho de 2016





"Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove;
 Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha;
 Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra;
 É por isso que eu tenho medo...
Você também diz que me ama..."


quinta-feira, 16 de junho de 2016



Abra sua mente, o que passou, tá no passado, não volta mais. Remoer acontecimentos só abre as feridas que precisam do seu auto perdão para cicatrizá-las de vez. Desprenda-se do passado infeliz, pense e fale no que é bom. Não dê asas aos assuntos tristes. Ame e pratique o bem.
A mente destravada torna uma pessoa confiante e feliz, com saúde e novas oportunidades.
Deus o ama.
Torne-se mais forte para amparar os que ainda se consomem de dor. Não se envenene com o que já foi. Fale de esperança e se alimente de alegria.