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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

A CHUVA DE DEUS



Há uma lenda muito antiga que conta uma estória importante.
Deus, o Senhor supremo do universo, residia acima de imensas nuvens.
Ele enviava à Terra bênçãos celestes em forma de chuva cósmica.
De vez em quando caía um grande temporal e toda a humanidade se apressava em tentar receber a água sagrada que caía do céu.
Nessa época, a terra era muito seca, e assim que chovia, o solo sugava toda a água enviada por Deus.
Por isso, as pessoas levavam copos para poder receber a água divina e bebê-la.
O curioso é a forma como as pessoas recebiam a chuva de Deus.
Alguns levavam copos bem pequenininhos, onde quase não cabia a água da chuva.
Outros levavam copos um pouquinho maiores, e podiam beber melhor.
Outros ainda levavam copos grandes, bebiam a água e matavam sua sede.
Outros, no entanto, construíram grandes baldes, largas bacias para que em tempos de seca jamais faltasse a água celeste.
Aqueles que levavam apenas um minúsculo copinho diante da chuva de Deus acabavam ficando com muita sede depois.
Os que traziam copos maiores, ficavam com menos sede.
Aqueles que traziam bacias maiores, conseguiam armazenar a água, e não tinham mais sede, pois possuíam água à vontade.
Pessoas que levavam copos diminutos quase sempre reclamavam que Deus não lhes dava nada, que eles eram injustiçados e que o plano divino os havia esquecido.
Os sábios anciãos, cujas bacias eram enormes, alertavam essas pessoas de que Deus não os havia esquecido e que não existia qualquer injustiça, mas que tudo dependia do tamanho do copo que eles usavam para armazenar a água.
Um copo pequeno guardaria menos o líquido divino e um copo maior, obviamente, recolheria uma maior quantidade das dádivas divinas.
Mas parece que poucos ouviam e compreendiam esse princípio.
O resultado era a sede de coisas materiais e uma sensação de falta, de tristeza e de vazio.
Pare e reflita qual o tamanho do copo que você está utilizando para receber a água divina.
Não adianta reclamar da ausência de sentido em sua vida, pois é necessário abrir-se por inteiro para receber as dádivas divinas.
Não é Deus que não está presente, o seu copinho é que pode ser muito pequeno.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

ACORDE, FILHO!


“De um lado, o moço escondido soluçava, baixinho, atrás da árvore grossa do parque.
Do outro lado, o Velho ouvia o seu choro.
De repente, o jovem escutou:
– O vento sopra. Os rouxinóis cantam. Ao longe, escutam-se os risos das crianças.
O moço cessou o choro imediatamente e ficou prestando atenção.
Pensou: é verdade, o vento sopra agora.
Como um radar, a sua atenção passou a captar o canto dos rouxinóis: é verdade, os rouxinóis cantam agora.
Numa atenção ainda mais acurada, bem ao longe, ouviu os risos e disse consigo: é verdade, as crianças riem agora.
Timidamente, tirou a cabeça do esconderijo, procurando a voz.
No outro lado da árvore, muito bem acomodado, ele viu o Velho sentado.
Sem olhar para trás, o ancião disse:
- Onde estiver a sua atenção, ali estará sua mente mergulhada. Poderá ser como você, lamentando o passado, amargando o presente e temendo o futuro.
Quando o tumulto emocional dominar a sua atenção, você pode perder o controle da mente e da vida, procurando culpados.
Escute o vento, os rouxinóis, o riso das crianças. Escute o que quiser, porém, você não precisa mais fixar sua atenção nesses pesadelos, porque esta é a sua pior escolha.
A sua atenção é um dos segredos para ser feliz, realizado e ter a sua consciência desperta. Neste seu estágio evolutivo, você ainda pode pensar que é um viajante, longe de casa e com o pai esperando a sua volta. Um degrau adiante, o seu estado atento no agora, mostrará que você nunca saiu da presença desse pai.
Apenas se debatia em pesadelos, ou com a atenção em belos sonhos, mas sempre nos braços dele.
Acorde, filho.”

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

O QUE ESTOU CRIANDO?



FIQUE ATENTO ÀS SUAS ESCOLHAS
Se você não está se sentindo ótimo, é porque criou isso no passado.
Se você se sente infeliz, é obra sua.
Este é o significado quando dizemos na Índia: “É seu próprio karma.”
‘Karma’ significa sua própria ação. É o que você fez para si mesmo.
E uma vez que você compreende que é você quem o faz, pode abandoná-lo.
É duro quando é dito que foi você quem escolheu sua infelicidade, porque o consolo de que é outra pessoa quem a está criando lhe é tirado; nem mesmo isto lhe é permitido.
Mas se você compreender, isso será uma grande liberdade.

domingo, 8 de novembro de 2015

DECEPÇÃO



Se você é humano, então acaba sentindo raiva de seus familiares e amigos. Eles o decepcionam,não o entendem, ou simplesmente são grossos com você. Infelizmente, raiva e ressentimento levam os relacionamentos ao fim. É apenas em retrospectiva, depois que já se foram, que você se arrepende por ter deixado brigas bobas separarem vocês.
Escolha pelos menos uma pessoa em sua vida com quem você tenha se tornado estranho. Lembre-se daquilo que você amava em tal pessoa e chegue até ela, primeiramente com seu coração, depois por telefone, carta ou e-mail. A vida é muito curta para deixar discussões insignificantes distanciarem você das pessoas que lhe são especiais.

sábado, 7 de novembro de 2015

SERIA MALDIÇÃO?


Todos nós passamos por certo número de testes que precisamos superar ao longo de nossas vidas. Isso significa que sempre que alcançamos algo que precisamos realizar em um nível especifico, em seguida vamos para o próximo nível e o próximo teste, ganhando a cada vez acesso a um nível mais elevado de nossa alma.
O que é duro, entretanto, é que os testes que às vezes precisamos passar podem ser muito difíceis. Às vezes podem parecer "maldições" insuperáveis para nós. O que aprendemos, contudo, é que toda dificuldade surge de alguma forma para nos levar a outro nível de consciência.
Por exemplo, vamos dizer que uma pessoa ocupada fique doente e seja forçada a relaxar. Como resultado de finalmente diminuir o ritmo de sua vida, essa pessoa agora se encontra com tempo disponível para pensar em como tem vivido: o que fez e o que não fez, como contribuiu ou não para o mundo. Agora, depois de anos e anos trilhando um caminho, essa pessoa ganha a verdadeira determinação para se tornar mais do que é, para estar mais consciente do que o rodeia e para compartilhar mais com sua família, amigos e comunidade.
Assim, ao final, será que a doença foi uma "maldição" ?
A resposta neste caso é:
Não.
Para essa pessoa, a doença foi uma batida na porta dizendo: " Acorde! Você perdeu a conexão com seu propósito de estar aqui e você precisa reavaliar sua maneira de viver."
Hoje, pense em dois eventos em sua vida que você sentiu como "maldições".
Você consegue ver como essa experiência lhe ensinou algo, mudou sua vida para melhor, ou tornou você mais forte?

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

O JOVEM E AS ESTRELAS DO MAR



Numa praia tranquila, junto a uma colônia de pescadores, morava um escritor. Todas as manhãs, ele ficava passeando pela praia, olhando as ondas. Assim, ele se inspirava para o trabalho e à tarde ficava em casa mais motivado escrevendo…
Um dia, caminhando pela areia, ele viu um velho que parecia dançar.
Chegou mais perto e viu que era um jovem, pegando na areia as estrelas do mar, uma por uma e jogando-as de volta ao oceano…
E aí? – disse o jovem num sorriso, sem parar o que fazia.
- Por que você está fazendo isso? Perguntou-lhe o escritor, curioso.
- Não vê que a maré baixou e o Sol está brilhando forte? Se essas estrelas do mar ficarem aqui na areia vão secar no Sol e morrer!
O escritor até que achou bonita a intenção do garoto, mas deu um sorriso e comentou:
- Só que existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, meu caro. Centenas de milhares de estrelas do mar devem estar espalhadas por todas essas praias, trazidas pelas ondas. Você aqui, tendo todo esse trabalho, jogando umas poucas de volta ao oceano, que diferença faz?
- O jovem olhou para o escritor, pegou mais uma estrela na areia, jogou na água do mar, voltou a olhar para ele e disse:
- Pra essa, eu fiz diferença.
Naquela tarde, o escritor não conseguiu escrever. À noite, mal conseguiu dormir. De manhãzinha, bem cedo foi para a praia.
O jovem pegava as primeiras ondas do dia com sua prancha e logo veio também para a areia. Juntos com o Sol, ainda manso e começando a subir, começaram a jogar as estrelas do mar de volta ao oceano.
“Você deve fazer diferença na vida. Passar pela vida e viver. Participar da Criação e contribuir com alguma coisa.”
Para fazer diferença no mundo, você não precisa ser um líder político, um gênio da ciência ou uma super estrela. Cada um no seu campo, tem seu modo de criar e atuar positivamente na vida. Não copie o jeito do outro, e não faça aquilo que os outros querem que você faça: você precisa atuar com o seu próprio jeito, o seu talento, motivado, acreditar e gostar realmente do que faz…
Afinal, você é imagem e semelhança de DEUS e veio ao mundo para viver de forma especial e levar a sua mensagem as outras pessoas…
"Não fiz o melhor, mas fiz tudo para que o melhor fosse feito. Não sou o que deveria ser, mas não sou o que era antes." (Martin Luther King)