A vida pode ser
mais leve. Mais lúdica. Se eu não brincasse, enlouqueceria. Não
posso nem sei ser essa imagem que tanta gente congelou a respeito do que é
ser adulto. Passo longe desse freezer. Quero o calor da
vida. Quero o sonho e a realidade melhor que ele puder gerar. Quero
alguma inocência que não seja maculada. Quero descobrir coisas que não
suspeito existirem e, que para minha surpresa, têm significado para o
meu coração. Adulta, quero caminhar de mãos dadas, vida afora,
com a criança que me habita: curiosa, arteira, espontânea.
A força que você tem dentro de si é fonte geradora de energia, de vida e de amor. Para ela não existe tarefa impossível. Renove a cada dia a força interior e agradeça a Deus por esse dom que lhe dá infinita paz e capacidade de superar qualquer obstáculo.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Desejo que o seu melhor sorriso, esse aí tão lindo, aconteça
incontáveis vezes pelo caminho.
Que cada um deles crie mais espaço em você.
Que
cada um deles cure um pouco mais o que ainda lhe dói.
Que cada um deles cante
uma luz que, mesmo que ninguém perceba, amacie um bocadinho as durezas do
mundo.
Autoria:
Ana Jácomo
domingo, 15 de fevereiro de 2015
AO OUVIR SEU CORAÇÃO
Ao ouvir seu
coração, preste atenção ao recado,
pode ser que você
tenha deixado de lado,
atitudes que
valorizam a sua própria vida,
empurrando o
destino para outras mãos,
abrindo caminho
para o sofrer.
O coração responde
de maneira discreta,
diferente da razão
que grita e ordena,
o coração permite
nossas viagens,
a construção de
sonhos e até de castelos na areia,
porque sabe que
muitos precisam
dessa chama dos
sonhos,
mesmo que as ondas
venham derrubar o castelo,
ainda assim, resta
a imagem do que é a felicidade.
Todos que
experimentam,
mesmo que por
apenas um dia,
o amor e a
conquista de um sonho,
jamais esquecem,
é como doce que
comemos na infância,
é suave lembrança,
é meta que vira objetivo,
é caminho que forma
o destino.
Por isso, ao ouvir
seu coração, preste atenção,
ele pode querer
dizer:
ame com paixão,
viva com
intensidade,
respeite-se sempre,
mas nunca, nunca
deixe
de sonhar e
acreditar,
que hoje ainda,
é sempre cedo para
recomeçar,
e ser feliz...
Eu acredito em
você.
Autoria de Paulo Roberto Gaefke
www.meuanjo.com.br
Autoria:
Paulo Roberto Gaefke
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
CIÚMES DO PASSADO
Não há casal no mundo que não discuta o ciúme, que
não vivencie o ciúme. Uns levam o assunto com tranquilidade, sentem ciúmes
civilizados, que não tumultuam a relação. E outros são atormentados por esta
praga, não podem olhar para os lados que o parceiro já fica de antena ligada.
Uma chateação cotidiana.
Isso é cuidar do relacionamento? Isso é prova de
amor? De certo modo, sim, é um zelo, um carinho – desde que as proporções sejam
razoáveis. Você não quer perder seu amor para outra pessoa, então fica de olho.
Não dá pra dizer que é uma insanidade, você está apenas reafirmando a posse do
que julga ser seu.
A sensatez vai pras cucuias quando o ciúme não está
mais relacionado ao presente, e sim ao passado de quem você ama, um passado que
não foi compartilhado, um passado que você não conhece, um passado onde você
não existia, onde você não foi traído, portanto.
Mas uma garota não quer saber de sensatez quando
sente uma dor profunda ao ver, por exemplo, fotos do namorado cinco anos atrás,
feliz da vida ao lado de amigos e amigas que ela não conhece. Ela sente ciúme
dos discos que foram comprados antes da relação começar, sente ciúmes dos
presentes que foram recebidos antes, sente ciúmes de roupas que foram compradas
sem a opinião dela, sente ciúmes das alegrias que foram vividas bem longe da
sua presença. Como você pode acreditar quando ele diz que não consegue se
imaginar sendo feliz sem você, se cinco anos atrás ele estava passando férias
em Trancoso com um sorriso de orelha a orelha? Algumas pessoas não colocam os
pés em lugares onde seu amor foi feliz na companhia de outros. Se ele foi feliz
em Trancoso, que Trancoso arda em chamas!
Já não é ciúmes o nome disso. Já nem mesmo é amor.
Autoria:
Martha Medeiros
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
O TEMPO
Como
descrever algo que não para,
Algo
que é dinâmico, fluido... com a capacidade de transformar o “ hoje” em
“ontem” num fechar de olhos!
Algo
que não conseguimos tocar, reter... parar.
Algo
que não volta!
Como
descrever algo, que só é conhecido, se nós o vivemos.
O
que era “o agora” torna-se passado em questão de milionésimos de segundos.
Retratos,
imagens, momentos e sentimentos... tudo vem e tudo vai.
O
que foi, dependendo do seu valor, fica gravado e se renova em cada pensamento,
O
que foi, em sua maioria... se perde no tempo!
O
que vem ..., não sabemos!
O
tempo é mágico e inspirador...
Mas
o tempo também pode ser nebuloso, angustiante, sofrido... difícil de aceitar!
O
tempo tem muitas características, a principal delas, depende do formato, da
intensidade e valor que damos a esse
tempo.
O
tempo nos ensina a amar e a perdoar.
O
tempo também nos ensina a aceitar! Mesmo quando brigamos com o destino... o
tempo nos ensina a aceitar!
Aceitar
que podemos ser felizes, que podemos amar sem amarrar.
Aceitar
que podemos amar sem esperar que o outro seja o que você quer, mas o que ele é!
O
tempo ensina tudo e mais um pouco. Independente de você querer aprender ou não!
Sua
fluidez chega a ser torturante, pois o que desejamos realmente, é que o tempo “desse um tempo”, ou seja, parasse por
alguns segundos, instantes, horas, dias, anos..., mas ele não para!
A
caminhada é contínua, sem interrupções, sem “pit stop”, sem descanso.
Por
algum tempo, ele nos dá o prazer de caminhar ao nosso lado.
Começamos
a nossa jornada dando os primeiro passos,
Contemplamos
em sua companhia, inúmeros “nascer”, inúmeros “pôr do sol”,
Contemplamos
em sua companhia cada uma das fases da lua, inúmeras vezes...
Começamos
a perceber algumas coisas, realizamos momentos, vivemos a plenitude, plantamos
árvores, deixamos sementes...
O
tempo nos acompanha por toda a vida!
Majestoso,
imponente... inatingível!
Um
dia a nossa caminhada termina, mas o tempo procura em outro ser uma nova
companhia.
O
papel desbota, as folhas secam, as lembranças se perdem... mas o tempo não
para!
Mônica Vilarinho –
Fevereiro/2015
Autoria:
Monica Vilarinho
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