"Não é preciso agendar, entrar em fila, contar com a sorte, acordar cedo para pegar
senha: a possibilidade de recomeço está disponível o tempo todo, na maior parte dos casos. Não tem
mistério, ela vem embrulhada com o papel bonito de cada instante novo, essa página em branco que olha pra gente
sem ter a mínima ideia do que escolheremos escrever nas suas linhas. O que é preciso mesmo é coragem para abrir o presente".
A força que você tem dentro de si é fonte geradora de energia, de vida e de amor. Para ela não existe tarefa impossível. Renove a cada dia a força interior e agradeça a Deus por esse dom que lhe dá infinita paz e capacidade de superar qualquer obstáculo.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
DOR BENDITA
Bendita é a dor que nos faz atravessar a
ponte da indiferença; aquela que nos torna próximos uns dos outros.
Vivemos tão para nós mesmos, nosso
mundo, nossos interesses, que nos esquecemos com frequência dos que estão ao
nosso redor, pelo menos do que eles vivem. É quando surgem as dificuldades que
muitas vezes acordamos, abrimos nossos olhos.
Nunca estamos tão próximos da nossa
família que quando aparecem problemas, ou quando há uma maladia. Nunca
abraçamos tanto e com tanta frequência, nunca seguramos tanto as mãos, nunca
olhamos tanto nos olhos, nunca sentimos tanto que quando derramamos lágrimas
juntos, esperamos juntos, oramos juntos...
Pode-se esquecer risos compartilhados,
mas nunca se esquece lágrimas compartilhadas; estas ficarão gravadas para
sempre na nossa alma, no nosso coração.
Muitas vezes quando nos sentimos
distantes, algo acontece de trágico. Então voltamos, nos encontramos, falamos,
até revivemos coisas que estavam bem esquecidas num cantinho empoeirado do nosso
ser.
Pode parecer estranho, mas uma perda é
muitas vezes um ganho. Ganhamos em humanidade, em fraternidade. Como se fosse
sempre necessário um sacrifício para uma libertação. A dor nos torna humildes,
nos vemos pequenos e indefesos, nos reconhecemos impotentes diante de forças
que não podemos controlar. Geralmente nesses momentos a família ora em
uníssono.
Seríamos nós, cristãos unidos, se não
estivéssemos ligados à cruz e sofrimento de Cristo?
Morre a semente e nasce a planta; a
planta se dá e nasce a flor; a flor se dá para que uma outra possa ver o dia...
e assim sucessivamente.
Às vezes é necessário ver a perda de um
ser querido para que possamos nos reencontrar no nosso meio, entre os
nossos.
Bendita é essa dor pela qual
atravessamos... e bendita é a pessoa que, padecendo, indo às vezes, nos faz
reencontrar nosso elo perdido.
Autoria:
Letícia Thompson
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
"Tem dor que vira
companhia. Olhando de perto, faz tempo que deixou de doer, só tem fama, mas a
gente não solta. Quem sabe, pelo receio de não saber o que fazer com o espaço,
às vezes grande, que ficará desocupado se ela sair de cena. Vazio é também
terreno fértil para novos florescimentos, mas costuma causar um medo
inacreditável. Quando, finalmente, criou coragem e deixou de dar casa, comida e roupa lavada para a tal dor, ela
desapareceu".
Autoria:
Ana Jácomo
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
MEDITAÇÃO DE 1 MINUTO
Você pode praticar
a meditação de um minuto,
fecha os olhos,
pense em algo lindo e sorria,
deixe-se levar por
sessenta segundos de paz,
e faça isso quantas
vezes puder no dia.
Você pode praticar
a boa ação de um minuto,
no trânsito não
revide qualquer ação nervosa,
na amizade, ouça um
pouco mais, reclame menos,
na sua casa, evite
o palavrão, o grito, a palavra dura,
e em sessenta
segundos, ore pela paz no mundo.
Você pode ser uma
nova pessoa em um minuto,
basta refletir no
erro que sempre comete,
no vício que te
segue por anos,
bastam sessenta
segundos de reflexão,
uma decisão, diga
agora:
eu posso vencer
qualquer coisa,
até eu mesmo.
Pratique a vida em
um minuto,
cultive a alegria
em cada segundo,
e transforme horas
e dias,
em tempos das
melhores realizações.
"É tempo de
cultivar o tempo com bons sentimentos."
Autoria de Paulo Roberto Gaefke
www.meuanjo.com.br
Autoria:
Paulo Roberto Gaefke
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
"Economizar amor é avareza. Coisa de quem funciona na frequência da escassez.
De quem tem medo de gastar sentimento e lhe faltar depois. É terrível viver
contando moedinhas de afeto. Há amor suficiente. Há amor para todo mundo.
Há amor para quem quer se conectar com ele. Não perdemos quando damos: ganhamos
junto".
Autoria:
Ana Jácomo
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