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domingo, 7 de julho de 2013

COLHEITA DOS SONHOS



Eu aprendi que sempre há uma troca, uma colheita. Colhemos aquilo que plantamos.
Quem planta amor, colhe os sentimentos mais lindos e verdadeiros que existem. E possuirá uma alma eternamente abençoada por Deus.

Quando você decide fazer algo em que você não será o único beneficiado, você tem a ajuda de Deus.

Quando você se dedica a outras pessoas, sem nenhum interesse, você está mais próximo da sua essência verdadeira, aquela que é a mais pura, que vem com você através do nascimento, porque pertence à sua alma, a sua luz divina.

Única, só sua. É a verdade, um dom que Deus te dá ao nascer. Fazer o bem, não importa a quem. O importante é o que você faz com o dom que Deus te dá.


sábado, 6 de julho de 2013

DECISÕES



Vencemos nossas lutas, com determinação e coragem, sejam elas lutas internas ou externa. A vida nos proporciona, a cada novo amanhecer, um sem número de novos desafios e nossas decisões são tomadas no ímpeto de um instinto ou depois de muitas horas de reflexão.
Aquelas refletidas levam por vezes o nosso sono, custam horas de angústia. Permeadas pelo medo de tomarmos o caminho errado, a incógnita do resultado nos perturba.

As decisões intempestivas, aquelas que não são levadas à luz da racionalidade, deixam-nos o gosto amargo da derrota, a vontade de fazer de novo, de outra forma.

Por serem instintivas por natureza, muitas vezes fica o arrependimento que é a morte em vida. Ah! Se pudéssemos voltar no tempo e refazer determinado ato...

Mas o tempo, o tempo anda para a frente e nunca volta a cabeça para o ontem. Tem medo de virar estátua de sal. O tempo é trem de ida, sem passagem de volta... e nem dá importância para o que decidimos.


sexta-feira, 5 de julho de 2013

QUAL A IMPORTÂNCIA QUE VOCÊ DÁ?





Se algo está incomodando, solte!
O que você carrega é responsabilidade sua.
Mesmo que seja a atitude de alguém, solte!
Mesmo que esse alguém seja parte integrante de sua vida, solte!
Solte e sinta a leveza de deixar ir algo que não é seu.
Fique com o que é seu e descubra quanto ainda seu tem que soltar.
Texto de autoria de Maria Alzira, retirado do Bloguinho da Zizi

quinta-feira, 4 de julho de 2013

O ARROZ DE PALMA


"Família é prato difícil de preparar”. São muitos ingredientes.
Reunir todos é um problema. Não é para qualquer um.
Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir.
Mas a vida. sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite.
O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares.
Súbito, feito milagre, a família está servida.
Fulana sai a mais inteligente de todas.
Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade.
Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo.
Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante.
Aquele, o que surpreendeu e foi morar longe.
Ela, a mais apaixonada.
A outra, a mais consistente.
Já estão aí? Todos? Ótimo.
Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados.
Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola.
Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.
Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.
Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto: é um verdadeiro desastre. Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido.
Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é verdadeira arte.
Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.
O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão.
Não existe Família à Oswaldo Aranha; Família à Rossini, Família à Belle Manière; Família ao Molho Pardo (em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria).
Família é afinidade, é à Moda da Casa.
E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.
Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas.
Há também as que não têm gosto de nada, seria assim um tipo de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha.
Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo.
Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.
Enfim, receita de família não se copia, se inventa.
A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia.
A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel.
Muita coisa se perde na lembrança. Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu.
O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer.
Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas.
Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro.
Aproveite ao máximo. Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.
Enviado por Jorge do blog NectanReflexões e foi aqui postado, por ser pertinente à proposta do Arca.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

APRENDENDO A SER FELIZ


Às vezes penso que não somos mais felizes porque não queremos. Ou não nos esforçamos o suficiente. A mínima coisa pode mudar nosso humor e, se isso acontece de manhãzinha, para muitos o dia inteiro fica triste.
Talvez, ficando adultos, a gente se torne adulto demais. Perdemos a capacidade de nos alegrar com as coisas pequenininhas, ficamos talvez, guardando o riso para as grandes ocasiões, como as roupas bonitas, fechadas em armários. E se essas ocasiões tardam, então passamos boa parte da vida sem ter aproveitado. Uma pena...
A felicidade é um exercício diário de levantar a cabeça e seguir em frente apesar dos pesares. É não deixar que as tristezas dominem o dia, não deixar que as mágoas sejam mais fortes que as boas lembranças.
Felicidade é reconhecer-se pequeno e dizer: agora estou assim, mas nada me impede de abrir a janela e deixar que o sol penetre e traga luz para a minha vida. É sempre possível fazer um esforço... E geralmente são as coisas pelas quais lutamos com nosso coração que dão razão à nossa vida.
Faça da sua felicidade a sua luta. Seu riso será a sua vitória!

terça-feira, 2 de julho de 2013

COMPROMETA-SE


Comprometa-se! Quanto mais você aceitar tanto seu lado bom quanto o ruim, tanto menos crítico será para com as pessoas que o cercam.
Se estivermos dispostos a agir de forma honesta, cada relacionamento pode tornar-se um espelho.
Quando reagimos com irritação desproporcional ao comportamento de outra pessoa, isso normalmente acontece porque tal atitude espelha algo que não queremos perceber em nós mesmos.
Ao identificar e aceitar as múltiplas facetas de sua natureza, você estará se capacitando a aceitar com maior facilidade as pessoas e, portanto, a viver mais em paz consigo e com as pessoas que importam em sua vida.
Sob uma perspectiva espiritual, a meta do amor consiste em enxergar você no outro e o outro em você. Este estado de consciência unificadora é a expressão da divindade na humanidade.
Ao se sentir confortável dentro de si, seu contentamento interior ajuda naturalmente aqueles que estão ao seu redor a se sentirem mais confortáveis.
Um coração repleto de compaixão transmite a mensagem: “Reconheço você... Conheço você... Aceito você”.
Você pode assumir um risco, indo além de seus limites normais, mas isso significa mover-se para fora de sua zona de segurança... vale a pena.
Abraçar o desconhecido nos oferece nossa maior oportunidade de crescimento pessoal, enquanto desperta nossos maiores temores.
Quando você se apaixona torna-se uma pessoa diferente... existem vários tipos de relacionamentos apaixonantes...
O amor expande nosso sentido de nós mesmos, algo que, uma vez expandido, jamais retorna a seu tamanho original.
Uma vida desfrutada em amor é a única vida que vale a pena. Como citado em Coríntios, sem amor, o conhecimento e a caridade são vazios.
Entre a fé, a esperança e o amor, o amor é maior. Comprometa-se a amar sob todas as suas expressões. Mesmo depois de tanto tempo, o sol nunca diz para a terra, “você me deve”.
Veja o que acontece com um amor como este, Ele ilumina o céu inteiro.
Libertar-se de hábitos exige atenção focada e força de vontade. Os hábitos preenchem necessidades. Para abandonar um comportamento indesejável, você deve substituí-lo por um que o gratifique.
À medida que você trouxer para o seu cotidiano influências que apoiem seu bem estar emocional e físico, o alívio temporário que seu antigo hábito lhe oferecia será substituído por conforto e harmonia duradouros.
Procure relacionamentos e comunidades que reforcem seu compromisso de adotar escolhas que promovam a vida.
Somos a soma das escolhas que fizemos. Lembre-se a cada momento: todo mundo faz seu melhor, com base em seu atual estado de consciência.
Das amebas unicelulares aos seres humanos com trilhões de células, a dança da vida inclui a alternância entre a pausa e o movimento.
A vitalidade e o entusiasmo são frutos de uma vida em harmonia com os ritmos da natureza.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

MAIS OU MENOS



A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.

A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos. Tudo bem!

O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum, é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos. Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.