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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A ILHA DOS SENTIMENTOS



Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha.
Pegaram seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse:
- Riqueza, leve-me com você. - Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você.

Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando.
- Vaidade, por favor, me ajude.
- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo.
Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.
- Tristeza, leve-me com você.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.
Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:
- Vem Amor, eu levo você!
Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.
- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?
A Sabedoria respondeu:
- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR".

segunda-feira, 22 de abril de 2013

BUSCO UM AMIGO...



Que me diga sempre a verdade, que não camufle meus defeitos, que não despreze minhas lágrimas!
Um amigo... cuja presença traga alegria, cujo silêncio transmita paz, cuja escuta inspire confiança, cuja lembrança infunda coragem.

Um amigo... ao quel eu possa dizer “desculpa!”, uma, duas, três vezes...

Um amigo... que não seja nem mestre, nem discípulo, mas um companheiro, com o qual eu possa caminhar rumo ao infinito em qualquer momento.

Um amigo... que conserve a sua intimidade sem esconder o seu pranto.

Um amigo... que ao amanhecer não me diga “bom dia”, mas me abra o seu coração com um amável sorriso!

Um amigo... que creia na amizade e a viva como uma audaz conquista de liberdade... cuja amizade seja óleo doce, suave e perfumado, extraído do fruto amargo de uma árvore espinhosa.

Um amigo... que não se preocupe em dar ou receber, mas que seja capaz de compartilhar.

Um amigo... simples, sincero, natural... capaz de chorar, mas sobretudo, de sorrir...

Um amigo... que seja um reflexo da bondade de Deus.