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terça-feira, 29 de setembro de 2015

UMA QUESTÃO DE TEMPO...



Sim... as pessoas que amamos são insubstituíveis ao nosso coração. Aquele lugarzinho que elas ocupam fica marcado com a presença delas, com o cheiro, com a forma e até o som do riso.
E quando elas partem forma-se o vácuo. Mas se a presença física se foi, ficam ainda as lembranças de tudo aquilo que foi construído juntos: os momentos vividos, as horas compartilhadas, muitas vezes as partidas e reencontros...
A saudade é tão indizível quanto a dor que ela provoca.
Mas ainda existe uma esperança: quem faz o bem aqui, nunca vai completamente: essa pessoa vive através dos ensinamentos que deixou, vive através das marcas que foi colocando em cada passo, cada acontecimento...
E o que reconforta é a esperança de que esse ponto final colocado é apenas passageiro, pois o Senhor nos prometeu que um dia, no céu, nós nos reconheceríamos.
Então... é apenas uma questão de tempo. Um dia a gente se reencontra fatalmente com aqueles que amamos e nos amaram acima de tudo nessa vida terrena. E enquanto estamos aqui, vamos deixando nossas marcas também, por que há os que precisam de nós e os que um dia irão querer viver com a esperança de nos reencontrar.
Assim, um dia, numa promessa feita por Deus, haverá no céu uma grande festa.
Tudo é uma questão de tempo...

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

O QUE DIZER...



O que dizer a você no dia de hoje? Que eu te amo? Que sinto sua falta? Que estou morrendo de vontade de te ver?
Tudo tão banal e portanto... no dia de hoje quero te dizer que te amo muito e que estou morrendo de vontade de te ver. A saudade é enorme. Maior que eu, muito maior.
No dia de hoje eu gostaria de não precisar de palavras para expressar o que sinto e gostaria que você pudesse sentir o quanto tem se tornado importante pra mim. No dia de hoje eu gostaria de estar perto, bem perto de você. Eu gostaria de estar nos seus braços, num abraço forte e carinhoso. Estar perto, bem juntinho de você.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

DIA DA AMIZADE




Hoje é dia da amizade?
E a amizade tem dia?
Se fosse por mim,
Eu faria todo dia:
Festa, guirlanda de flores,
Pintaria sóis,
Inventaria cores,
Pra ter junto de mim
Milhões de amigos,
Rindo de coração.
Subiria no arco-iris,
Faria palhaçada,
Pra ouvir dos amigos,
Uma boa gargalhada.
Queria ver nos olhares o brilho,
O encanto, a música, a dança,
Pra fazer sair
De cada amigo a criança,
Que somente quer brincar,
Sem se preocupar,
Se a roupa tá suja ou rasgada,
Se a cara tá limpa ou lambuzada,
Se o carrinho é de plástico ou madeira,
Se a boneca é de pano ou de cera...
Se o amigo é real ou virtual,
Isso seria bem igual.
Queria mesmo ver a pureza,
Olhares de esperança,
Risos mil,
Ecoando por toda a terra,
Enchendo o mundo de alegria.
E inventaram o dia do amigo?
Então, que seja hoje proibido:
Ficar triste, ficar doente,
Não dizer nada, estar descontente,
O silêncio, o mau humor.
A lágrima fica autorizada,
Se ela for de emoção.
Fica liberado o amor,
O abraço-amigo bem forte,
Correndo do sul ao norte,
Nos unindo, ligando o mundo,
Numa corrente perfeita,
Celebrando e selando,
Este elo da amor!

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O OLHAR DOS OUTROS



O olhar das outras pessoas são mãos pesadas nos nossos ombros. Quanto não deixamos de fazer por causa de supostos ou verdadeiros julgamentos alheios?
A sociedade impõe modos e comportamentos que nem sempre são aqueles que condizem com o que somos, com o que desejamos ou mesmo precisamos para nosso equilíbrio pessoal.
Não voamos, não ousamos, não vamos além, não plantamos e tão pouco colhemos, não porque é o que queremos, mas porque pensamos que é o que esperam de nós. Vivemos de uma falsa liberdade que nos limita.
Muitos “sim” nos contrariam para não contrariar outros, muitos “não” chegam simplesmente para confortar outros enquanto nossa alma dói. Vivemos da aparência do que esperam de nós e nosso eu fica guardado e ressentido porque muitas vezes ele queria simplesmente gritar que ele é ele e ponto final.
Vamos assim seguindo a maré da vida.
Jesus também suportou o olhar dos outros. Mas com a diferença de que para Ele importava muito mais o olhar dAquele que O havia enviado. A morte na cruz era algo terrivelmente humilhante, porém havia algo muito maior e superior à vergonha de ser pregado numa cruz: agradar acima de tudo e por tudo Aquele que com amor nos formou.
Nos importamos muito menos com o olhar de Deus que com o olhar dos homens. Portanto, enquanto os homens nos condenam, Deus nos absolve sem fazer perguntas. Ele nos torna livres e se Suas mãos se pousam sobre nossos ombros é para nos abraçar.